sexta-feira, 25 de abril de 2014

A televisão nos deixa "burros" demais

TV = IGNORÂNCIA
A televisão tem grande poder de manipulação e influência, e lá esta a classe mais alta de marketing e merchandising nos influenciando a ter uma ideia de que sempre os melhores produtos  são os que estão sendo apresentados nas propagandas de televisão, isso também ocorre em outros tipos de propaganda, tais como propagandas políticas com tentativas bem sucedidas de fazer com que nós possamos enxergar apenas o que os políticos impõe como positivo, desta forma apresentam apenas o lado ilusionista para que toda a população acredite que será tudo cumprido como tinha sido dito nas propagandas eleitorais.O resultado de tudo isso é um consumo extremamente desnecessário e exagerado, fazendo com que deixemos de lado até mesmo os melhores produtos por uma simples propaganda que pode elevar não só o consumo mas também o preço do tal produto, isto ocorre também com a propaganda eleitoral que nos faz enxergar promessas e projetos que seriam perfeitos sendo realizados na prática, porém muitos apenas tem início e nennhum final, desta forma através das propagandas a maioria das vezes o melhor candidato não esta sendo mostrado, mas sim os que tem mais parcerias e condições, o resultado de tudo isso é um governo que administra da forma errada e prejudica em todos os termos a sociedade.
A verdade é que a televisão nos faz enxergar apenas o que quer, o que se pode obter lucro, desta maneira o que era de real interesse social acaba se tornando um assunto desconhecido fazendo com que não possamos se quer ter conhecimento de qual é a nossa real condição política do momento, e se a tv ilustrasse tão bem programas políticos e educativos como "realitys shows", novelas e jogos de futebol a maior parte da sociedade iria estar bem informada e desta forma quem sabe, talvez lutar contra o que lhe prejudica, mas por falta de conhecimento e argumento acabamos sempre sendo manipulados por palavras difíceis e fatos muitas vezes que não são verídicos.
A ignorância é o que nos faz permanecer quietos e sem condição de bater de frente com o que nos prejudica, a televisão é a maior culpada disso tudo, pois passamos a maior parte do nosso tempo assistimos programas sem futuros que ocupam o tempo que deveríamos estar nos informando mais e mais para obter mais conhecimento e conseguir lutar pelos nossos direitos
Autor: Robson Vieira


A copa do mundo

Copa do mundo: O fracasso


Tentar realizar um evento de tamanha grandiosidade onde a miséria em todos sentidos impera parece uma piada, mas não é, é a realidade que encaramos em nossas caras e não conseguimos fazer nada a não ser se lamentar.Tentam alienar a população que a copa nos trará benefícios mas esses mesmos benefícios eram para ser nossos sem copa, sem nada, apenas investindo no que realmente necessita de atenção, nós, o povo que sofre esperando até 5 horas para ser atendido em postos de saúde, o povo que chega a esperar 40 minutos pra se sentir dentro de uma lata de sardinha chamada ônibus, o povo que sai de casa cedo pra ir pra escola e vê a ausência de professores e inúmeras aulas vagas e o mesmo povo vê cada vez mais o pequeno aumento salarial e o grande aumento dos impostos.
Gritar gol e ver a felicidade nacional por 1 ou 2 meses não vai solucionar nenhum desses problemas, essa é a fórmula para manipular o povo, futebol e televisão, só isso basta para esconder tudo que tem de errado e criar uma ilusão de um pais perfeito onde o pobre não tem vez.O site www.correio24horas.com.br manipula que os custos da copa de 2014 chegaram a R$ 8,9 BILHÕES enquanto juntando investimentos feitos na educação, saúde e transporte não chegam nem na metade desses grandiosos números.
Enquanto o dinheiro estiver nas mãos de pessoas erradas, não haverá melhoria, é de se pensar se existem pessoas certas, depois de tantas passagens frustradas e de roubalheira.A miséria carência de atenção, enquanto não acabarmos com ela não haverá melhoria, a riqueza começa quando se destrói de forma inteira a pobreza, a partir disso poderíamos pensar em receber outros países de grande porte e realizar um evento deste tamanho.

Autor: Robson Vieira 



A violência nas escolas

                                DAS RUAS PARA AS SALAS DE AULA


Cenas de alunos brigando entre si, agredindo professores ou sendo atacados por profissionais que deveriam ensiná-los são cada vez mais comuns nas redes sociais e em noticiários da TV.

Os casos acontecem desde os anos 1990 – quando surgiram as primeiras discussões de especialistas sobre o assunto – e estão relacionados com o aumento da criminalidade nas grandes cidades, verificado na mesma época.

Na última década, contudo, os registros tornaram-se mais frequentes, além de ganharem notoriedade graças à divulgação na internet, em sites como o YouTube e o Facebook. Os vídeos são disseminados, muitas vezes, pelos próprios jovens envolvidos nas agressões, como forma de conquistar status junto aos colegas.




O crime mais marcante ocorreu em 7 de abril de 2011, quando doze adolescentes com idades entre 12 e 14 anos foram mortos a tiros na escola municipal Tasso da Silveira, localizada no bairro do Realengo, zona oeste do Rio de Janeiro. O atirador, Wellington Menezes de Oliveira, era um ex-aluno que teria sido vítima de bullying.

Segundo a pesquisa mais recente sobre o assunto, divulgada em 9 de maio, quatro em cada dez professores já sofreram algum tipo de violência em escolas do Estado de São Paulo. O levantamento, realizado pelo Instituto Data Popular e a Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo), entrevistou 1.400 docentes da rede estadual de 167 cidades.

Os dados comprovam o que educadores já sabiam: a fronteira entre a escola e a violência das ruas deixou de existir. Vandalismo, agressões, confronto entre gangues, roubos, tráfico e até assassinatos passaram a fazer parte da rotina escolar.

De acordo com a pesquisa, intitulada “Violência nas escolas: o olhar dos professores”, 72% dos professores já presenciaram briga de alunos, 62% foram xingados, 35% ameaçados e 24% roubados ou furtados. A situação é pior em bairros de periferia, onde 63% dos profissionais consideram a escola um espaço violento. A insegurança no trabalho, de acordo com os coordenadores do estudo, é comum entre os docentes.

Drogas

Mas, porque a escola deixou de ser uma referência de segurança e de futuro melhor para crianças e adolescentes para se tornar um ambiente de medo?

Na opinião dos professores entrevistados (42%), as razões estariam no uso de drogas por parte dos alunos. O tráfico, muitas vezes, acontece dentro dos próprios estabelecimentos de ensino.

Psicólogos e pedagogos apontam ainda a educação recebida em casa. Os pais são muito permissíveis em relação o comportamento dos filhos ou muito agressivos. De qualquer forma, de acordo com especialistas, a falta de valores familiares seria um dos motivos da violência.

Apontam-se, também, fatores como a exclusão social a falta de perspectiva em relação ao futuro profissional e acadêmico. A educação, nesse sentido, deixou de ser uma alternativa ao ciclo de pobreza e desagregação familiar vivido por estudantes de periferias.

Entretanto, uma pesquisa mais abrangente, publicada pela Unesco em 2003, concluiu que nenhuma dessas explicações, isoladas, respondem à questão. É preciso, de acordo com a Unesco, analisar um conjunto de causas externas (como o fácil acesso a armas e drogas no entorno das unidades de ensino) e internas, que interagem entre si.

Entre os aspectos internos são apontados a falta de segurança nas escolas e o descontentamento de alunos com a disciplina, a estrutura e a qualidade de ensino. Segundo a Unesco, a violência é uma das principais razões para o abandono dos estudos.

Para especialistas, programas educativos que envolvam a comunidade e discutam o tema com alunos e familiares apresentam resultados positivos na redução da violência nas escolas. Os governos investiram, ao longo dos anos, em rondas escolares, sistema de vigilância por câmeras e proteção dos prédios com muros altos, grades e cadeados. Também são promovidos eventos, palestras e oferecidos cursos de mediação de conflitos em escolas públicas para educadores.
           Autor: Victor Alves

A educação começa em casa

                                                 A educação vem de berço

A convivência familiar é a maior oportunidade para a criança apreender uma formação baseada nos princípios morais e nas virtudes.

Quando a família tem bons princípios de educação, usando em seu cotidiano formas educadas de lidar uns com os outros, falando num tom de voz tranquilo e baixo, usando as palavras que traduzem educação e delicadeza, como dar bom-dia e boa-noite, pedir por favor, agradecer com um muito obrigada, pedindo licença, dentre várias outras, a criança absorve esses conceitos e os leva por toda a vida.
Porém, o que vemos são famílias que deseducam, achando que os meninos não podem aprender boas maneiras, pois isso comprometerá a sua masculinidade.

Quem não gosta de um homem fino, bem-educado, que abre a porta do carro para sua namorada ou esposa, que tem a delicadeza de presentear-lhe com rosas, puxar a cadeira para ela se sentar? O famoso “gentleman”, tão raro hoje em dia, que na sua masculinidade consegue permanecer com conceitos que não o comprometem nesse sentido, tornando-o o homem mais desejado. Mas para que isso aconteça, é necessário que a criança tenha aprendido a conviver com esses exemplos e conceitos desde muito pequena.

Em algumas famílias é normal que se usem palavrões como forma de se tratar, pais chamam filhos de burro, porco, mas é bom lembrá-los que filho de porco só pode ser porquinho, que filho de burro também é burrinho e que não somos animais para recebermos tratamento como se o fôssemos, de forma grosseira e pejorativa.

Outra coisa que compromete muito a educação da criança é quando ela não recebe informações adequadas de higiene, como limpar o nariz no banheiro, assuando o mesmo e lavando as mãos com água e sabão, e não tirando as secreções por todos os cantos da casa ou mesmo na rua, na frente de outras pessoas.

Comum também é ver a família rindo, se divertindo quando a criança está com flatos, soltando seus gases em qualquer lugar, na frente de qualquer um. É claro que a criança muito pequena demora certo tempo para conseguir controlá-los, mas por volta dos dois anos, quando já consegue fazer o controle dos esfíncteres, esse domínio pode ser aprendido também, se esse for o exemplo dado pela família. No caso dos arrotos, o bebê deve praticá-lo sim, para não ter perigo de engasgar com os refluxos, mas, aos poucos, à medida que cresce, deve deixar o hábito também.
 

Uma criança pequena consegue cortar adequadamente seu alimento
Quanto à alimentação, desde pequenas as crianças conseguem absorver os conceitos de boa etiqueta e, mesmo dentro de suas limitações ligadas ao desenvolvimento da coordenação motora, são capazes de mostrar algumas aprendizagens nesse sentido, como segurar a colher e levar sozinha o alimento à boca, aprendem a cortar corretamente os alimentos e, aos poucos, isso vai fazendo parte de sua rotina, tornando-se bem fácil.

É bom lembrar que aquilo que se aprende na infância fica por toda a vida e o que não se aprende quando pequeno fica muito mais difícil de ser aprendido depois. Um erro comum dos pais é permitir que crianças façam tudo o que querem e, quando vão crescendo, chegando por volta dos sete/oito anos, estes iniciam uma cobrança repentina, chegando a bater nos filhos para corrigi-los. Se tivessem ensinado boas maneiras desde bem pequeninos isso não aconteceria, não precisariam chegar a tal extremo.

Então, eduquem seus filhos ensinando-lhes as regras básicas de educação, de boas maneiras e de boa convivência, pois a vida exige esses conceitos e quem não os tem encontra maiores dificuldades no meio social.
                                                                                                                                      Autor: Victor Alves

A tv deixa as pessoas burras!!!

Uma polêmica que está sempre indo e vindo, virou hit com os Titãs ("a televisão me deixou burro muito burro demais") e é alvo de inúmeros estudos científicos volta à tona a partir de uma nova e enorme pesquisa da Universidade de Montreal, no Canadá: assistir à televisão emburrece as crianças, como mostra reportagem do The Independent . Os cientistas acompanharam 1.314 crianças nascidas em Quebec entre 1997 e 1998, com idades entre 29 meses (2 anos e meio) e 53 meses (4 anos e meio) até chegarem aos 10 anos. Seus pais precisavam relatar quantas horas os filhos assistiam à TV e os professores avaliavam a evolução acadêmica delas, suas relações psicosociais e seus hábitos de saúde. Em média, as crianças de 2 anos assistiam a 8,8 horas por semana à TV e as de 4 anos, uma média de 15 horas por semana. A pesquisa foi publicada nesta segunda-feira no Archives of Pediatrics & Adolescent Medicine.
Os pesquisadores descobriram que os pequenos que passavam mais tempo em frente à telinha eram piores em matemática, comiam mais junk food e sofriam mais bullying  vítima de bullying - e como de outras crianças.
As descobertas mostram que há evidências científicas de que a TV prejudica o desenvolvimento cognitivo e que o governo canadense deveria limitar o número de horas das crianças em frente à TV. Os pediatras americanos já recoemdnam que aquelas com menos de 2 anos não deveriam assistir à TV alguma e as mais velhas deveriam ter um limite diário de 2 horas por dia no máximo. A França já proíbe programas para crianças com menos de 3 anos e a Austrália recomenda que as entre 3 e 5 anos não assistiam a mais de uma hora por dia.
Os cientistas que conduziram o estudo afirmaram que a fase pré-escolar é importantíssima para o desenvolvimento do cérebro e que o tempo em frente à TV é um desperdício e pode levar à aquisição de hábitos ruins. A autora do estudo, Linda Pagani, da Universidade de Montreal, disse que o impacto negativo de se assistir à TV nesta idade permanece por toda a vida.

AUTOR: victor alves